Arquivo de libaneses - Partiu Líbano https://partiulibano.com/tag/libaneses/ Descubra o Líbano com dicas exclusivas! Fri, 02 Aug 2019 12:21:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://partiulibano.com/wp-content/uploads/2018/06/cropped-cedro-02-125x125.png Arquivo de libaneses - Partiu Líbano https://partiulibano.com/tag/libaneses/ 32 32 Hashtag: Somos Todos Brimos! https://partiulibano.com/2019/08/02/somostodosbrimos/ https://partiulibano.com/2019/08/02/somostodosbrimos/#respond Fri, 02 Aug 2019 12:09:49 +0000 http://partiulibano.com/?p=1017 Se você é libanês(a) ou descendente é provável que ao ser apresentado(a) a algum(a) patrício(a) sinta seu coração pulsar de forma diferente. Temos a sensação de que encontramos alguém da nossa própria família. Em alguns minutos já é “brimo” pra cá, “brima” pra lá. É interessante o quanto nos sentimos próximos e logo começamos a […]

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Se você é libanês(a) ou descendente é provável que ao ser apresentado(a) a algum(a) patrício(a) sinta seu coração pulsar de forma diferente. Temos a sensação de que encontramos alguém da nossa própria família. Em alguns minutos já é “brimo” pra cá, “brima” pra lá.

É interessante o quanto nos sentimos próximos e logo começamos a buscar características comuns, como o gosto pela culinária ou pela música, os trejeitos e manias dos familiares e por aí vai.

Ah! Tem um vídeo bem legal do George Clooney falando sobre as pessoas que o cumprimentam pelo fato de sua esposa ser libanesa. Clique aqui para assistir!

A imensa maioria dos descendentes que conheço têm muita curiosidade sobre o Líbano e muita vontade de conhecer o país de origem de sua família. Entretanto, muitas vezes o medo (por conta da imagem estereotipada que o Oriente Médio tem) ou a falta de ligação com os parentes que ficaram por lá, acabam esfriando essa vontade.

Explicar o inexplicável: amor pelo Líbano!

Convite aos Brimos

O Consulado do Líbano no Rio de Janeiro está promovendo um congresso de turismo e negócios que vai acontecer entre os dias 28 e 30 de novembro próximo. Será uma ótima oportunidade para aqueles que desejam conhecer melhor a Terra dos Cedros e também para aproximar os brimos e brimas que nutrem esse mesmo desejo.

Fique atento(a) aqui no blog e no Made in Líbano que estaremos atualizando você sobre tudo do congresso.

E uma curiosidade: Você sabe porque “brimo” e não “primo”? O alfabeto árabe não tem a letra “P”, bor isso, ops, por isso, primo vira brimo, papai vira babai, poste vira bost e assim vai.

Um abraço e até a bróxima!

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Veja qual a cidade do Brasil com maior população libanesa! https://partiulibano.com/2019/07/23/veja-qual-a-cidade-do-brasil-com-maior-populacao-libanesa/ https://partiulibano.com/2019/07/23/veja-qual-a-cidade-do-brasil-com-maior-populacao-libanesa/#respond Tue, 23 Jul 2019 18:16:14 +0000 http://partiulibano.com/?p=1003 Que há mais libaneses fora do Líbano do que dentro dele, nós já sabemos! Outro fato inegável é que, no Brasil, a comunidade libanesa é enoooorme! Tanto o governo brasileiro quanto o libanês estimam que há 7 milhões de brasileiros descendentes de libaneses no Brasil! Agora, você já parou pra pensar qual a cidade brasileira […]

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Que há mais libaneses fora do Líbano do que dentro dele, nós já sabemos! Outro fato inegável é que, no Brasil, a comunidade libanesa é enoooorme! Tanto o governo brasileiro quanto o libanês estimam que há 7 milhões de brasileiros descendentes de libaneses no Brasil!

Agora, você já parou pra pensar qual a cidade brasileira com maior densidade demográfica de libaneses? Nós vamos te contar aqui!

Estamos falando de: Foz do Iguaçu! Sim! Acredita? Foz do Iguaçu é a cidade brasileira com maior população libanesa no Brasil!

Foz do Iguaçu está localizada no estado do Paraná, sul do Brasil, em uma tríplice fronteira com a Argentina e o Paraguai. É conhecida como a cidade mais pitoresca do Paraná, e é o lar de cerca de 253.962 pessoas e, segundo as estatísticas, 90% da comunidade vinda do Oriente Médio é libanesa!

A diáspora do povo libanês em Foz do Iguaçu é baseada no trabalho, o que significa que a maioria deles construiu suas vidas lá de acordo com os empregos oferecidos. Entre eles, alguns até trabalham no Paraguai e na Argentina; ambos os países estão a apenas 10 minutos de carro de Foz do Iguaçu.

E pra quem não sabe, a cidade abriga uma das sete maravilhas do mundo: as Cataratas do Iguaçu!

Você sabia que a Gruta de Jeita, no Líbano, concorreu entre as sete maravilhas do mundo? Leia mais sobre esse ponto turístico clicando aqui!

Lembrando que a imigração libanesa para o Brasil começou no final do século XIX e aumentou ainda mais no século XX, com significativa concentração no estado de São Paulo.

E você, já esteve em Foz do Iguaçu? Imaginava que seria essa a cidade com maior densidade de libaneses? Conta pra gente nos comentários!

Leia também:

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Especialista reverencia luta de imigrantes árabes pela integração no Brasil https://partiulibano.com/2019/05/28/especialista-reverencia-luta-de-imigrantes-arabes-pela-integracao-no-brasil/ https://partiulibano.com/2019/05/28/especialista-reverencia-luta-de-imigrantes-arabes-pela-integracao-no-brasil/#respond Tue, 28 May 2019 21:50:42 +0000 http://partiulibano.com/?p=885 Não é a primeira vez que falamos de Rodrigo Ayupe aqui no blog. Professor de Antropologia e Pesquisador no Núcleo de Estudos do Oriente Médio, o especialista publicou um texto interessante sobre a luta das comunidades árabes que optarão pela imigrar para o Brasil. O Partiu Líbano publica aqui na íntegra o texto de Rodrigo […]

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Não é a primeira vez que falamos de Rodrigo Ayupe aqui no blog. Professor de Antropologia e Pesquisador no Núcleo de Estudos do Oriente Médio, o especialista publicou um texto interessante sobre a luta das comunidades árabes que optarão pela imigrar para o Brasil.

O Partiu Líbano publica aqui na íntegra o texto de Rodrigo Ayupe e convida você, leitor, para refletir sobre o tema. Esperamos que gostem!

As comunidades árabes no Brasil: imigrantes, descendentes e a luta pela integração

Apesar da dificuldade em estimar o número preciso de imigrantes árabes e seus descendentes no Brasil, haja vista que o censo brasileiro não permite o registro de identidades étnicas, estudos acadêmicos e não acadêmicos apontam para uma presença significativa de famílias e comunidades árabes, incluindo uma série de instituições, tais como hospitais, clubes, igrejas, mesquitas, restaurantes, lojas, empresas e indústrias.

Esse pequeno texto se dedica a apresentar o histórico da imigração árabe no Brasil, expondo as suas causas, de acordo com cada fase, e destacando o processo de formação das comunidades árabes e suas instituições, além de discutir o seu lugar na sociedade brasileira.

História da imigração árabe no Brasil

A migração árabe para o Brasil começa efetivamente por volta de 1890, quando sírios e libaneses deixam províncias pertencentes ao Império Otomano, como Beirute, Zahle, Homs, Damasco, Baalbek ou até mesmo a pequena Yabroud (80 km ao norte de Damasco) em busca de melhores condições de vida nas Américas.

Nesse período, houve uma desvalorização da sericultura árabe (síria e libanesa) no mercado europeu, devido ao aumento da concorrência com a seda chinesa, a qual invadiu a Europa após a abertura do canal de Suez, no Egito, em 1869. Com isso, os comerciantes e empresários das províncias citadas acima, de maioria cristã e que eram os maiores beneficiários dessa economia, sofreram uma queda no padrão de vida conquistado nos anos anteriores. Como alternativa para manter a situação financeira e os hábitos de consumo, decidiram deixar sua terra natal no intuito de acumular capital no exterior e regressar, brevemente, ao Oriente Médio.

Embora nas narrativas padronizadas dos imigrantes seja comum o argumento de que a diáspora se explica por uma condição de extrema miséria, a história apresentada acima, a qual se baseia nos estudos acadêmicos mais recentes acerca dessa temática, destaca a complexidade desse processo já que a maioria não se encontrava numa condição de extrema pobreza.

Do ponto de vista político-religioso, a narrativa dos imigrantes também merece uma problematização. É bastante comum nos discursos dos membros das comunidades árabes no Brasil o argumento de que esse movimento diaspórico se justificou inicialmente pela perseguição dos muçulmanos e do Império Otomano aos cristãos da região que hoje abarca o Líbano e a Síria.

Mesmo que a memória traumática dos conflitos de 1860 entre maronitas (cristãos) e drusos (de origem muçulmana), nos quais os cristãos sofreram o maior revés, e o massacre ao bairro cristão de Bab Tuma, em Damasco, tivessem um impacto no movimento imigratório, já que muitos imigrantes confessavam o medo de um novo conflito, esse fator não pode ser considerado uma causa direta, já que a diáspora começou efetivamente em 1890, trinta anos depois. Além disso, no momento em que sírios e libaneses decidem deixar sua terra natal, os cristãos contavam com a proteção francesa contra qualquer ataque muçulmano. E, por fim, o discurso da opressão otomana também deve ser problematizado, já que no Monte Líbano, por exemplo, os cristãos conseguiram uma certa autonomia administrativa através do estabelecimento de sua província autônoma (Mutessarafyia) em 1861, administrada por um governador cristão (Mutessaraf) e supervisionada pelos europeus.

O desejo de sair de seus países em direção ao continente americano foi acompanhado pelo imaginário positivo construído pelos árabes a respeito do novo mundo, em consequência do impacto dos missionários norte-americanos na região. Tal presença estrangeira permitiu aos árabes o contato com valores culturais e religiosos dos Estados Unidos baseados na ideia de prosperidade e self made man. Esse sistema de valores circulou no Oriente Médio a partir de instituições educacionais norte-americanas, com destaque para a Syrian Protestant College, atual American University of Beirut. Além disso, o processo imigratório ainda foi facilitado devido à presença de empresas e agentes da imigração que vendiam passagens de navios e divulgavam informações atrativas a respeito do lugar de destino.

A meta principal desses imigrantes era se estabelecer nos Estados Unidos, porém muitos tiveram dificuldades para conseguir o visto. Por isso, mediante as sugestões dos funcionários de imigração, eles procuraram um lugar alternativo, na maioria dos casos, a Argentina ou o Brasil. A escolha deste último foi favorecida por uma ideia que alguns tinham do país e da cultura brasileira devido às duas viagens do Imperador D. Pedro II ao Oriente Médio; e também pela propaganda positiva feita pelos agentes de imigração que apresentavam o Brasil como uma terra da promissão, devido ao desenvolvimento conquistado em consequência da economia cafeeira.

Após essa primeira fase, novas ondas migratórias chegaram ao Brasil. Dessa vez, elas contavam com redes de solidariedade formadas pelos sírios e libaneses já estabelecidos, através das quais os recém-chegados conseguiam, muitas vezes, moradia e trabalho.

A segunda fase começa nos meses que antecederam a Primeira Guerra Mundial, em 1914, no contexto em que os cristãos eram recrutados para servir ao exército otomano. Tal recrutamento causava medo e descontentamento a esses indivíduos, pois eles não tinham experiência no serviço militar, atividade exclusiva dos muçulmanos na era otomana.

Com o fim da guerra e o esfacelamento do Império Otomano, a expectativa de independência da Síria e do Líbano foi frustrada devido à criação dos mandatos franceses nos dois países, fato que levou seus cidadãos à diáspora em busca da libertação da dominação europeia. Nessa fase, tanto cristãos quanto muçulmanos, em sua maioria sírios e libaneses, compunham o grupo de imigrantes de fala e cultura árabe que desembarcavam no Brasil.

Durante a década de 1930, a vinda de imigrantes para o Brasil caiu vertiginosamente em função da política restritiva do governo de Getúlio Vargas quanto à entrada de estrangeiros no país. Contudo, após a Segunda Guerra Mundial (pós 1945), já no governo Eurico Gaspar Dutra, a conjuntura econômica desfavorável em consequência da guerra fez com que uma nova geração decidisse emigrar em busca de oportunidades.

O período de guerra civil no Líbano (1975-1990) configurou a última fase de um movimento migratório significativo para o Brasil, embora não apresentasse a mesma intensidade das primeiras gerações. Eventos recentes como a Guerra do Líbano de 2006 e a guerra civil na Síria (a partir de 2011) demonstraram que, mesmo em números mais modestos que nas fases anteriores, a imigração tem sido um fenômeno constante e na qual muitos dos estabelecidos continuam ajudando os recém-chegados. No caso da guerra civil na Síria, os imigrantes costumam solicitar asilo após entrar no território brasileiro, o que tem levantado novos debates acerca da integração de refugiados na sociedade receptora e do exercício dos seus direitos.

Você sabia que o Museu do Café, em Santos, estuda o café árabe??

Formação das comunidades árabes no Brasil

A formação das comunidades árabes no Brasil está associada, em primeiro lugar, às redes de solidariedade entre os imigrantes sírios e libaneses mais antigos e os que chegaram posteriormente. Mesmo com diferenças identitárias ressaltadas no lugar de origem, no Brasil os denominadores comuns eram enfatizados, como a região de origem (Oriente Médio), a língua e a “cultura árabe”.

A situação adversa de ter que se adaptar a um país estrangeiro – aprender uma nova língua, conviver com uma nova cultura, conquistar um trabalho para garantir o seu sustento – fez como que a formação de comunidades árabes locais fosse uma realidade inevitável. Além disso – e talvez seja o fator mais importante -, a luta pela sua integração na sociedade e a negociação de sua presença na nação brasileira fortaleceram a construção de comunidades em todo o país.

Um fator decisivo na consolidação dessas comunidades árabes nas cidades brasileiras e um passo importante em uma relativa integração à sociedade local foi o sucesso que muitos desses imigrantes e descendentes obtiveram na atividade comercial. Muitos deles começaram como mascates e, com o capital acumulado, conseguiram montar as suas lojas ou até mesmo fábricas. Assim, as famílias de comerciantes e industriais árabes mais afluentes de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, e Juiz de Fora investiram parte do capital conquistado na construção de instituições desportivas, de sociabilidade e religiosas, as quais têm materializado a ideia da comunidade árabe no espaço e na sociedade brasileira.

Nos espaços do Esporte Clube Sírio, em São Paulo, do Monte Líbano, no Rio de Janeiro, ou então do Clube Sírio e Libanês de Juiz de Fora, as atividades oferecidas nos moldes de lazer, tais como bailes de carnaval e réveillon, shows, jogos, banho de piscina e jantares atraíam tanto as famílias árabes mais prósperas quanto as brasileiras. Com isso, as comunidades árabes davam passos importantes na sua integração na medida em que se tornavam cada vez mais desejáveis como parte da sociedade mais ampla.

Ademais, as instituições religiosas também contribuem com a integração dos imigrantes árabes e seus descendentes na sociedade brasileira. Os espaços sagrados cristãos, tais como as igrejas maronitas e greco-católicas (melquitas), têm sido importantes ao atrair fiéis para as suas celebrações religiosas na medida em que permitem empréstimos da religiosidade local. As mesquitas sunitas e xiitas também se destacam nesse processo devido à convivência entre brasileiros (convertidos) e árabes nas suas orações de sexta-feira ou em outras atividades.

Se, por um lado, a integração árabe tem sido construída através da atração de brasileiros de classe média, seja pelos clubes ou pelas instituições religiosas, por outro, esses mesmos espaços também atraem as classes menos favorecidas através de suas obras de caridade e sociedades beneficentes.

Apesar do papel de destaque dessas instituições na luta dos árabes pela sua integração na sociedade brasileira, a partir da década de 1980, período de crise econômica no país, muitas delas passaram por problemas financeiros e, por isso, diminuíram o número de atividades enquanto outras fecharam suas portas. Todavia, isso não significou o enfraquecimento das comunidades árabes, uma vez que elas encontraram na esfera pública um caminho favorável para a expressão dos seus itens culturais distintivos e a afirmação de sua identidade étnica.

Comunidades árabes no Brasil contemporâneo

O maior reconhecimento dos grupos étnicos no Brasil contemporâneo, somado à popularização de itens culturais distintivos como a dança e a comida, se deu sobretudo por meio do destaque midiático à “cultura árabe” após o sucesso do filme Lavoura Arcaica, de Luiz Fernando Carvalho (2001), e da novela O Clone, da Rede Globo (2001). A partir de então, tem ocorrido uma febre de consumo de itens árabes, o que tem estimulado os membros das comunidades árabes, e até mesmo não árabes, a inaugurarem restaurantes especializados na culinária médio-oriental, academias de danças do ventre, lojas de bijuterias, agências de viagens, blogs e páginas no facebook com informações sobre o Oriente Médio.

Apesar das inegáveis conquistas dos imigrantes e seus descendentes rumo à sua integração na sociedade brasileira ao longo da história da sua presença no país, com um relativo papel de destaque para a cultura e a identidade árabes no contexto atual, a luta dos membros das comunidades árabes para afirmar e reafirmar a sua existência no Brasil é um processo constante. Do mesmo modo, são atuais e constantes a resistência contra o desrespeito às diferenças e o combate ao preconceito que a categoria “árabe” ainda sofre.

Rodrigo Ayupe participou recentemente de uma reportagem sobre imigrantes e refugiados! Veja aqui.

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Vale a pena ver: casal de libaneses come Habib’s pela primeira vez! https://partiulibano.com/2019/04/25/vale-a-pena-ver-casal-de-libaneses-come-habibs-pela-primeira-vez/ https://partiulibano.com/2019/04/25/vale-a-pena-ver-casal-de-libaneses-come-habibs-pela-primeira-vez/#respond Thu, 25 Apr 2019 20:54:09 +0000 http://partiulibano.com/?p=741 Um comentário bastante comum em famílias de descendentes árabes é: a comida árabe feita em casa é incomparável com qualquer outra. E um restaurante muito criticado no Brasil, não somente pelos libaneses mas também pelos brasileiros, é o fast food Habib’s. Questão de gosto, pois há quem aprecie! Mas vamos combinar, que por mais que […]

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Um comentário bastante comum em famílias de descendentes árabes é: a comida árabe feita em casa é incomparável com qualquer outra. E um restaurante muito criticado no Brasil, não somente pelos libaneses mas também pelos brasileiros, é o fast food Habib’s.

Questão de gosto, pois há quem aprecie! Mas vamos combinar, que por mais que alguém ache gostoso, uma esfiha e um kibe feitos em casa da forma tradicional seriam… bom, no mínimo, 10x melhor!

Inclusive, o Partiu Líbano postou uma receita familiar de esfiha! Você confere clicando aqui. 

O Abud Sadek, youtuber de origem libanesa, publicou recentemente um vídeo no canal mostrando os pais dele, que são libaneses, experimentando Habib’s pela primeira vez. E a reação deles é muito engraçada!

Dá uma olhada:

E você, curte a comida do Habib’s?

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Ranking: Libaneses são 2º povo mais extrovertido do mundo! https://partiulibano.com/2019/01/17/ranking-libaneses-sao-2o-povo-mais-extrovertido-do-mundo/ https://partiulibano.com/2019/01/17/ranking-libaneses-sao-2o-povo-mais-extrovertido-do-mundo/#respond Thu, 17 Jan 2019 20:50:00 +0000 http://partiulibano.com/?p=509 Criados pela psicóloga Isabel Myers e a mãe dela, Katharine Briggs, os 16 tipos de personalidade são uma forma de categorizar um indivíduo de acordo com o modo de pensar e se comportar. A dupla propôs que as quatro principais dimensões-chave da personalidade capazes de categorizar pessoas são: Introversão X Extroversão Senso X Intuição Pensamento […]

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Criados pela psicóloga Isabel Myers e a mãe dela, Katharine Briggs, os 16 tipos de personalidade são uma forma de categorizar um indivíduo de acordo com o modo de pensar e se comportar.

A dupla propôs que as quatro principais dimensões-chave da personalidade capazes de categorizar pessoas são:

Introversão X Extroversão

Senso X Intuição

Pensamento X Sentimento

Julgamento X Percepção

 

A soma dos quatro resultados é o tipo de personalidade.

Já pensou que os personagens da série FRIENDS fossem libaneses? Clique aqui e veja!

Através do site 16personalities, é possível fazer o famoso teste de graça, e seu resultado entra no banco de dados do seu país para colaborar com as estatísticas.

Segundo a plataforma, os mais de 40 mil entrevistados do Líbano tendem a ser mais extrovertidos, intuitivos, pensantes, julgadores e assertivos. 

Diplomatas são os papéis mais frequentes na sociedade libanesa, e o domínio de pessoas é a estratégia mais utilizada pelos libaneses.

Clique aqui e veja as comparações entre os países e continentes!

Portanto, o povo libanês é o mais extrovertido na Ásia, e o segundo mais extrovertido do mundo – ficando atrás de Nicarágua! Veja no mapa:

Fonte: 16personalities

 

 

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TOP 5: Fast Foods para conhecer no Líbano https://partiulibano.com/2018/07/15/top-5-fast-foods-para-conhecer-no-libano/ https://partiulibano.com/2018/07/15/top-5-fast-foods-para-conhecer-no-libano/#respond Sun, 15 Jul 2018 19:10:59 +0000 http://partiulibano.com/?p=185 Viagens gastronômicas são uma delícia, né? Acontece que, nem sempre, temos tempo de parar durante um passeio para almoçar com calma, e acabamos apelando para o fast food. Mas não é por isso que iremos comer no Mc Donald’s, já que temos diversos no Brasil e já conhecemos. O Partiu Líbano selecionou os 5 melhores […]

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Viagens gastronômicas são uma delícia, né?

Acontece que, nem sempre, temos tempo de parar durante um passeio para almoçar com calma, e acabamos apelando para o fast food. Mas não é por isso que iremos comer no Mc Donald’s, já que temos diversos no Brasil e já conhecemos.

O Partiu Líbano selecionou os 5 melhores fast foods do Líbano que valem a pena e não existem no nosso país!

A garantia provar algo novo mesmo tratando-se de fast food!

1. Malak Al Tawouk

A franquia libanesa Malak Al Tawouk oferece um cardápio baseado em hambúrgueres, shawarma, batatas fritas e alguns pratos como frango grelhado à moda árabe. O menu é bem em conta, sendo o shawarma mais barato vendido a LBO 6.500!

Uma ótima opção para quem está passeando e não quer perder tempo comendo, mas ainda assim degustar a comida típica local.

Os restaurantes estão nos mais variados locais, como shoppings, mercados, e até mesmo nas ruas. É realmente muito fácil de encontrar!

2. Zaatar w’ Zeit

 

No Zaatar w’ Zeit você encontra comida libanesa típica como hommus, fatoush, shawarma, além de pizzas, saladas, batatas fritas, frango, e outras opções tradicionais de fast food.

A franquia tem restaurantes no estilo fast food e também à la carte, também espalhados por mercados, shoppings e centros comerciais. Se quiser, também é possível pedir no seu hotel e eles entregam pelo Zomato (aplicativo estilo iFood).

3. Sandwich W Noss

A rede oferece comida libanesa e comida americana num só cardápio: de kafta a hot dog.

Os valores praticados no Sandwich W Noss também podem ser considerados acessíveis. Um prato de frango à moda árabe, por exemplo, custa LBP 11.500, já com batatas fritas para acompanhar!

Os restaurantes estão espalhados pelas ruas do país e, é claro, shopping centers.

4. Roadster Diner

O Roadster Diner é um fast food mais no estilo americano, com hambúrgueres, anéis de cebola, asas de frango, e combos que acompanham batatas fritas ou nuggets.

Também tem restaurantes no estilo fast food, food trucks, e à la carte. Os lanches são diferenciados, às vezes acompanhados de cebola caramelizada, ou até mesmo cogumelos!

Opções deliciosas, porém um pouco mais caras que as demais citadas até aqui. Um combo chega a custar USS 15! Pra quem converte, realmente é um valor mais salgado, né?

5. Hardee’s

Hardee’s é uma rede fast food que está espalhada por todo o Oriente Médio. Com uma pegada mais para Mc Donald’s e Buger King, são vendidos sanduíches de frango, carne e peixe no estilo americano de fast food.

Os valores também são bastante próximos aos similares, como um combo vendido à US$ 10.

É possível encontrar restaurantes da franquia em centros comerciais e praças de alimentação. Ideal para quem quer sair do tradicional libanês e comer algo mais ocidental.

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Crise hipotecária força casais libaneses a adiarem casamentos https://partiulibano.com/2018/07/12/crise-hipotecaria-forca-casais-libaneses-a-adiarem-casamentos/ https://partiulibano.com/2018/07/12/crise-hipotecaria-forca-casais-libaneses-a-adiarem-casamentos/#respond Thu, 12 Jul 2018 09:32:04 +0000 http://partiulibano.com/?p=182 Após a decisão do banco central de interromper os empréstimos para moradia, cerca de 30% dos casais libaneses que planejavam casar-se neste verão se viram obrigados a cancelar os casamentos. Segundo o jornal Al-Sharq Al-Awsat, o presidente da Federação Internacional de Imóveis, Waleed Moussa, afirma que esta ameaça ao setor imobiliário reflete em 70 profissões […]

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Após a decisão do banco central de interromper os empréstimos para moradia, cerca de 30% dos casais libaneses que planejavam casar-se neste verão se viram obrigados a cancelar os casamentos.

Segundo o jornal Al-Sharq Al-Awsat, o presidente da Federação Internacional de Imóveis, Waleed Moussa, afirma que esta ameaça ao setor imobiliário reflete em 70 profissões que estão diretamente ligadas a ele, como carpintaria, construtores, matérias-primas, e trabalhadores da construção, o que gera um rombo na economia libanesa.

De acordo com o presidente da Federação, a crise começou com a renúncia do primeiro-ministro Saad Hariri no ano passado, que levou às más condições econômicas. O próprio Banque du Liban sofreu um colapso adicional nessas situações, além da taxa de juros global que aumentou 11%, portanto teve que parar de sustentar as taxas de juros.

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Libaneses sofrem por derrota do Brasil na Copa do Mundo da Rússia https://partiulibano.com/2018/07/07/libaneses-se-decepcionam-com-brasil-apos-derrota-na-copa-do-mundo-da-russia/ https://partiulibano.com/2018/07/07/libaneses-se-decepcionam-com-brasil-apos-derrota-na-copa-do-mundo-da-russia/#respond Sat, 07 Jul 2018 15:27:23 +0000 http://partiulibano.com/?p=104 Já não é novidade que os libaneses tem simpatia pelo Brasil, uma vez que diversos deles tem familiares que vieram ao nosso país pelos mais variados motivos (e o principal deles é a busca por melhores condições de vida). No futebol não é diferente. Durante a Copa do Mundo da Rússia, foi possível ver a […]

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Já não é novidade que os libaneses tem simpatia pelo Brasil, uma vez que diversos deles tem familiares que vieram ao nosso país pelos mais variados motivos (e o principal deles é a busca por melhores condições de vida).

No futebol não é diferente. Durante a Copa do Mundo da Rússia, foi possível ver a bandeira brasileira em praticamente cada esquina do Líbano.

É claro que a nossa não é a única bandeira estrangeira: alguns deles torcem pela Alemanha (eliminada na fase de grupos nesta edição), França, e até mesmo Argentina. Mas podemos afirmar com certeza: a grande maioria torce pelo Brasil no mundial.

Infelizmente, o Brasil foi eliminado nas quartas de final pela Bélgica, o que trouxe decepção ao povo libanês.

Imagens que antes circulavam pela internet de alegria, festa e torcida pelo Brasil no Líbano, agora estão diferentes: tristeza e lágrimas.

Grupos que se reuniram pelas ruas de Beirute para acompanhar a partida Brasil X Bélgica traziam, ao final do jogo, expressão de lamentação.

Mas o Líbano não tem time?

Tem sim! A Seleção Libanesa de Futebol é o time que representa o Líbano nas competições de futebol da FIFA.

Apesar de existir, disputou apenas uma Copa da Ásia, em 2000, quando sediou o campeonato, mas foi eliminado na primeira fase.

Tratando-se de Copas do Mundo, o Líbano não entrou na disputa até 1990. Em 94 passou a participar das eliminatórias, mas nunca foi qualificado.

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